Mas, talvez, você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que o meu amor não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
Tem muita gente que pensa que ama. Não sou ninguém para julgar o amor dos outros, longe de mim. Mas o amor, o amor mesmo, o amor maduro, o amor bonito, o amor real, o amor sereno, o amor de verdade não é montanha-russa, não é perseguição, não é telefone desligado na cara, não é uma noite, não é espera. O amor é chegada. É encontro. É dia e noite. É dormir de conchinha. É acordar e fazer um carinho de bom dia. É ajuda, mãos dadas, conforto, apoio. E saco cheio, também. Porque de vez em quando o amor enche o saco. Tem rotina, tem manhã, tarde, noite, tem defeito, tem chatice, tem tempestade. Mas o céu sempre limpa. Porque o amor é puro como o azul do céu.
Sem pressa. Sem vírgulas. Sem ponto final. Sem brigas. Sem separação. Sem mágoa. Sem dor. Somente amor, por favor.
E ela atende, e implica, e a gente some, e ela chama, e a gente volta, e briga, e ama, e sofre, e ama, e ama, e ama.
Qualquer bobeira me fere, qualquer detalhe me magoa, sinto que falta algo, falta força (…) Força pra lidar com tudo isso sem sofrer, sem chorar, sem me decepcionar. Clara Brandão
(Source: situar-te)
Eu queria você aqui
Ou então eu aí
Ou nós dois em um lugar distante
Mas sem distância um do outro.